segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Renovando de novo


Quando percebemos que nosso padrão de pessoas, atitudes e pensamentos não nos oferecem os resultados que esperamos ou que mais nos satisfariam , é porque é hora de procurar novos caminhos e novas pessoas e desenvolvermos novas formas de agir e pensar.
Não é fácil desapegar das velhas maneiras, nem preciso desapegar de nossa personalidade e de nossos valores, somente revê-los, reavaliá-los e refletir sobre quais deles tem contribuído ou não para nossa felicidade. Também não precisamos jogar tudo fora, só colocar em seu devido lugar, pra ajudar a diminuir a bagunça e abrir espaço para o novo.
Diariamente devemos nos policiar sobre o que temos feito a favor de nós mesmos, de modo a nos lançarmos em um caminho que seja capaz de nos levar a nossos reais objetivos. Por diversas vezes percebo o quanto é fácil culpar outras pessoas e as circunstâncias pelo que passamos. Mas são nossa forma de ver o que nos acontece, nossas escolhas e o jeito como lidamos com os desafios que servem como sintomas para diagnosticar o que pode estar errado.
O que não serve mais, só ocupa espaço em nossa vida, e os mesmos caminhos levam aos mesmos lugares.  Não se pode acomodar com a felicidade, ela nunca é suficiente.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012


Qual o limite entre o justo e o injusto, certo e errado, bem e mal? Difícil saber, já que os nomeamos e os tornamos conceitos. Conceitos relativos que mudam conforme o ponto de vista. E o que eu enxergo é o mesmo que o outro enxerga? Talvez dependa do modo de ver, do jeito do olhar, do pensamento e do que se sente. E só quem sente sabe. Por mais que tente explicar, sempre vai haver um pequeno abismo entre o que se diz, o que se sente e o que se pensa... é o que impede de um ser humano julgar o outro com total justiça. Mas o que é justiça mesmo?


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O retorno

Pra saciar minha vontade de escrever e registrar aqui vou eu de novo.


O valor de cada um
Em diversas situações da minha vida tenho parado pra pensar sobre como se mede a qualidade de uma pessoa. Em todas essas vezes percebo essa medida é tomada essencialmente não por todas as qualidades e características presentes em cada um, mas sim no que lhes falta. No que está ausente.
Não importa o que você faça, ou o que você seja, se você deixar de fazer alguma outra coisa, ou fizer da forma errada.
Você pode ser um grande funcionário de uma empresa, um ótimo aluno, um super amigo ou um perfeito namorado (a)/ marido ou esposa, um gênio em alguma área. Isto não é o mais significativo. Pois se você apertar o botão errado uma única vez pode destruir tudo, se fizer um mau negócio pode falir uma empresa, se colar na prova será uma farsa, for grosseiro com um amigo, não prestará mais, trair ou pisar na bola com alguém, já era, se sua teoria for derrubada você não era tão bom assim. É por isso que tantos pensadores, músicos, artistas em geral e esportistas, por exemplo, só são homenageados depois que morrem. Porque reconhecer seus atos durante sua vida, contraria as regras do jogo que jogamos.
Você é o que não é, o que não faz e o que faz errado.
Acreditava que cada um é o que ninguém vê, com suas experiências de vida, seus choros abraçado ao travesseiro, cantorias debaixo do chuveiro, o diário guardado, o beijo roubado, os sonhos secretos e aquele amor platônico que nunca aconteceu. Os cacos do seu coração tantas vezes colados, despedaçados e recolados e a risada maliciosa de quando alguém se deu mal.  Aquele conjunto de recordações, aprendizados e momentos, que são as únicas coisas que ninguém pode lhe roubar.
Mas isso só você sabe, só você lembra. Não vai ser acrescentado ao seu currículo, não vai lhe render um perdão ou sorriso, nem mesmo consideração. O que ninguém vê, ninguém sabe e ninguém lembra, e se você contar, quem sabe se irão acreditar.
“Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Pois sua consciência é o que você é. E sua reputação é o que o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles.”
E você, quanto vale?